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Rapazes são condenados por tentativa de homicídio em Cordeirópolis

Uma das acusadas é absolvida

O Tribunal do Júri de Cordeirópolis realizado nesta quinta-feira (17) resultou na condenação de dois rapazes e a absolvição de uma mulher. A acusação de ambos foi por tentativa de homicídio que ocorreu no dia 12 de abril de 2020 no Pátio da Estação.

O mandante do crime J.J.N. vulgo “Chocolate” foi condenado a 17 anos e seis meses de reclusão, o segundo acusado M.H.S recebeu a pena de 11 anos e 8 meses e a mulher K.C.A.L. foi absolvida de todas as acusações. A defesa pode recorrer.

Além da tentativa de homicídio, J. já tinha acusações pelo comando de tráfico de drogas no local, após ter saído do sistema prisional.

A denúncia do Ministério Público, assinada pelo promotor Hélio Dimas de Almeida Júnior contra os três, foi baseada pela forma de planejamento para a execução da pessoa.

” Apurou-se que J., previamente ajustado com M. e K. ajustaram a execução do crime de homicídio de T. e de quem mais estivesse ao seu lado no momento do delito, para tanto dividiram as tarefas. J. assumiu a função de providenciar a arma de fogo e efetuar os disparos em face das vítimas, enquanto M. e K. ficaram responsáveis por prestar o auxílio material, consistente em orientar espacialmente J. a respeito da localização exata das vítimas e, ainda, apagar as luzes com o objetivo de dificultar possível identificação do autor dos disparos”, descreveu o promotor.

Após a organização entre eles, M. e K. foram até ao local onde deveria acontecer o crime atingindo três pessoas. Após os disparos J. fugiu e foi encontrado dois dias depois pela polícia na cidade de Rio Claro.
O MP pediu à justiça que eles fossem condenados três vezes, por tentativa de homicídio com duas qualificadoras: motivo torpe e emboscada, mediante dissimulação ou que dificulte a defesa da vítima.

Tribunal do Crime
A tentativa de homicídio aconteceu devido a desavenças e acusações dias antes, onde J. teria salvo uma pessoa que passaria pelo “Tribunal do Crime” acusado por ter estuprado uma mulher, que é irmã da K. No entanto, o MP apontou que J. já teria incendiado o barraco do acusado e o ajudou a fugir do tribunal.
Porém nas investigações, a suposta mulher diante do tal “estuprador” negou a acusação.

 





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