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MP investiga premiações “fraudulentas” concedidas a vereadores

Uma premiação está sendo alvo de investigação pelo Ministério Público do Rio Grande do Sul

Um verdadeiro comércio de diplomas de mérito que são vendidos a vereadores, prefeitos, assessores e secretários e é divulgado como se a escolha dos nomes fosse por meio de pesquisa realizada com a própria população, porém, esses diplomas nada mais são que comércio.

De acordo coma reportagem divulgada pelo G1,o Instituto Tiradentes faturou R$ 116 mil em 2016 e 2017, com três eventos e durante a investigação a reportagem conseguiu premiar o jumento Precioso, nome dado para conseguir o diploma no valor de R$ 1480,00, como sendo o “prefeito” mais atuante.

Em Cordeirópolis vários vereadores foram “agraciados” com o tal diploma nos anos de 2013, 2015, 2016 e 2017.

Receberam as medalhas: Alceu Guimarães (PPS) e David Bertanha (PPS) em 2013; Liliane Aparecida Broeto Genezelli (PP), Alceu da Silva Guimarães (PPS), Rosivaldo Antonio Pina (PPS) em 2015; David Bertanha (PPS), Liliane Aparecida Broeto Genezelli (PSC) e Alceu da Silva Guimarães (PPS) em 2016 e em 2017 o vereador Anderson Hespanhol (PPS).

O Instituto até promove seminários juntamente com a entrega dos prêmios. Mas, o Ministério Público do Rio Grande do Sul acha que os seminários são apenas uma desculpa.

As empresas que fornecem os prêmios são a União Brasileira de Divulgação, ou UBD, de Pernambuco, e o Instituto Tiradentes, de Minas Gerais. Juntas, as duas instituições promovem até 20 premiações por ano.

As informações foram do Portal G1.

Cordeirópolis: Notícias do site da Câmara Municipal Cordeirópolis

 



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